quinta-feira, 5 de dezembro de 2013



Em:
http://ica.ufpa.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1611%3Aufpa-lanca-antologia-poetica-do-3o-premio-proex-de-literatura&catid=40%3Anoticias-ufpa&Itemid=108

UFPA lança Antologia Poética do 3º Prêmio Proex de Literatura

Nesta quinta-feira, 5, durante a Quinta Cultural, acontecerá o lançamento da 3ª Antologia Poética que reúne os trabalhos dos vencedores do 3º Prêmio Proex de Literatura. O Prêmio Proex de Literatura é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UFPA, por meio de sua Diretoria de Apoio Cultural (DAC). O evento será realizado no Complexo Recreativo do Vadião, a partir das 17h.
Serão distribuídas gratuitamente mil cópias do livro aos participantes da Quinta Cultural. Durante a programação, os três primeiros lugares de cada categoria irão receber o Troféu Inglês de Souza, uma homenagem ao escritor paraense de mesmo nome.
O Prêmio surgiu em 2010 para dar continuidade à tradição de publicação constante de livros e textos literários dentro do meio acadêmico. Com o lançamento do edital, professores, alunos e técnicos podem participar democraticamente, concorrendo para que seus trabalhos possam ser publicados pela PROEX/UFPA.
Segundo o diretor de Apoio Cultural da UFPA, professor Leonardo Coelho de Souza, o prêmio “consolida a Arte Literária da UFPA e perpetua o conhecimento e as práticas culturais desenvolvidas em nossa capital, em nossos municípios e em nosso Estado, por meio dos textos premiados. A escrita, a leitura e a arte de escrever são elementos e forma de expressão principal dentro da academia para a construção de reflexões, artigos, pesquisas e discussões, nas suas vertentes científico-pedagógica e artístico-cultural”, afirma.
Estimular a produção literária - O edital visa estimular docentes, técnico-administrativos e discentes a produzirem textos que reflitam as diversas práticas e relações socioculturais em constante evolução na sociedade. Um dos resultados que o prêmio vem apresentando, desde a sua primeira edição, é o lançamento da Antologia de poesias, contos e crônicas, produção literária, que reúne os 60 textos premiados em cada edição.
Prêmio de 2014 - O Edital do 4° Prêmio Proex de Literatura será lançado em março de 2014 e, de acordo com o professor Leonardo Coelho, as expectativas estão voltadas para o aumento no número de inscrições. “Por meio do Programa Multicampiartes e dos encontros de Arte e Cultura que desenvolvemos neste ano de 2013 em Soure, Vitória do Xingu, Altamira, Bragança, Capanema, Tucuruí, Cametá e Breves, fizemos uma extensa divulgação do Edital de Literatura e nossa expectativa é que tenhamos bastantes textos inscritos vindos dos diversos Campi da UFPA”, finaliza o professor.
Serviço
Quinta Cultural – Dezembro
Lançamento da Antologia Poética do 3º Prêmio Proex de Literatura
Data: 05.12.2013
Hora: 17h
Local: Estacionamento do Complexo Recreativo do Vadião, Campus Básico, UFPA – Guamá.
Texto: Brenda Ferreira e Juliana Angelim – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Laís Teixeira


“...não convém aos reis beber vinho, não convém aos governantes desejar bebida fermentada,
para não suceder que bebam e se esqueçam do que a lei determina, e deixem de fazer justiça aos oprimidos.
Dê bebida fermentada aos que estão prestes a morrer, vinho aos que estão angustiados;
para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não mais se lembrem da sua infelicidade”

(Provérbios, 31.4-7)












(Los borrachos - James Ensor - 1883)





quinta-feira, 21 de novembro de 2013


Cerveja do AC/DC tem lançamento com tributo à banda

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/bairros/cerveja-do-acdc-tem-lancamento-com-tributo-banda-10837317#ixzz2lKtZkbWw 
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 


em:















Noite no Botto bar terá discos dos australianos tocados na vitrola e shows exibidos no telão

Marcella Sobral (Email)
Publicado: 
Atualizado: 

















Cerveja do AC/DC será lançada no Botto Bar, na Praça da Bandeira

RIO - Os já clássicos tributos a bandas de rock que acontece todas as quintas-feiras no Botto Bar, na Barão de Iguatemi, terão um riff extra nesta edição. Com 20 chopeiras, o lugar que só tem bebidas on-tap vai abrir uma exceção por uma boa causa: o lançamento da cerveja do AC/DC, em lata (R$ R$ 27,50, com 568ml).

- Só trabalhamos com chopes, cultuamos as escolas cervejeiras clássicas e modernas, e nos especializamos em seus chopes. Mas também somos um bar rock´n´roll - diz Leonardo Botto, dono do bar e fã da banda australiana. - É uma satisfação fazer lançamentos de boas cervejas de bandas das quais somos fãs.
Durante a noite, só vai rolar AC/DC, seja na vitrola da casa ou em shows exibidos no telão.
- Cervejas de banda são um instrumento de aproximação e devoção de alguma forma - acredita Botto.
Em breve nas mesas de bares cariocas, a cerveja que vai colocar alguns no caminho do inferno é uma tendência no mercado etílico, principalmente no cervejeiro.
O Iron Maiden tem a sua cerveja, o Motörhead também. Por aqui, bandas como os Raimundos e Matanza têm seu próprio rótulo. O punk Wander Wildner está no rótulo da Labareda, cerveja com pimenta, inspirada nele.
- Cervejas de bandas envolvem mais do que as cervejas em si. Passam por histórias e momentos musicais das bandas e dos fãs - defende Botto, que aprova a qualidade dessas cervejas. - Qualidade não pode faltar nunca, e busca-se sempre a melhor, não tenho dúvidas.
Uma das primeiras bandas nacionais a ter uma cerveja associada a seu nome foi o Blues Etílicos. Agora, uma segunda versão dela está sendo feita pelo próprio Botto.
- Estou desenvolvendo junto com a banda, levando em conta informações que eles trazem para mim. A partir daí, faremos teste e vamos lapidando de acordo com os gostos e resultados.
Botto Bar
Rua Barão de Iguatemi 205, Praça da Bandeira
Telelfone: 3496-7407



terça-feira, 19 de novembro de 2013


esterco,
esterco meu;
existe um país
mais cretino que o meu!?...

BRASIL PIADA


Fora o salário na Globo, Maitê Proença recebe pensão de R$ 13 mil por mês do GOVERNO(!!!), diz revista



em:















http://br.omg.yahoo.com/blogs/notas-omg/fora-o-sal%C3%A1rio-na-globo-mait%C3%AA-proen%C3%A7a-recebe-140650419.html

(é do GOVERNOOOOOOO!!!! é dinheiro público, porra!)

Maitê Proença, 55, recebe todo mês uma pensão no valor de R$ 13 mil. O motivo? A morte do seu pai, o procurador de JustiçaEduardo Gallo, falecido em 1989.

Segundo o site da revista "Época", o pagamento que a atriz ganha vem desde uma época em que as mulheres não trabalhavam e dependiam do pai ou do marido para viver. Esse auxílio do governo para filhas solteiras maiores de 21 anos pretendia não deixar desassistidas as herdeiras de servidores falecidos.
Só que em 1990, Maitê deu à luz a filha Maria, 22, com o empresário Paulo Marinho, 58, com quem teve um relacionamento por 12 anos, mas não de papel passado. A Justiça cortou o benefício sob a alegação de que a famosa vivia uma união estável. Mas, Maitê recorreu e conseguiu garantir a pensão, ainda em disputa. Segundo seu advogado, Rafael Campos, a artista "nunca foi casada nem teve união estável" com Marinho.
A confusão com a atriz aconteceu pelo fato de que para se ter o direito a receber o dinheiro mensalmente, a mulher não pode se casar ou viver em união estável. Mas, para driblar a lei e seguir recebendo o benefício, muitas se casam na prática, moram com o marido, têm filhos, mas não registram a relação oficialmente.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Em cada perfil, um semideus autoproclamado e cheio de razão


TODO MUNDO É FASCISTA

em:


07/11/13

link:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed771_desde_o_surgimento_da_internet_todo_mundo_e_fascista

REDES SOCIAIS

‘Desde o surgimento da internet todo mundo é fascista’

Por Sandro Vaia em 05/11/2013 na edição 771
Reproduzido do Blog do Noblat, 1/11/2013; intertítulo do OI
A observação foi feita em tom irônico pelo professor norte-americano Douglas Harper em seu dicionário etimológico, e convenientemente lembrada esta semana pelo crítico literário Sérgio Rodrigues em seu blog. Esse passou a ser o xingamento campeão nas redes sociais.
Usa-se a torto e direito, mais ainda do que reacionário e direitista, e por ironia das ironias na maioria das vezes é usado por quem não sabe que seu significado lhe serviria como uma luva. Mal comparando, seria como se o Tiririca chamasse alguém de palhaço.
Na semana passada [retrasada], dois acontecimentos muito didáticos jogaram luzes sobre esse jogo de sombras onde se esconde esse crescente autoritarismo castrador que se espalha como unha-de-gato em muro chapiscado.
A Folha contratou dois novos colunistas semanais para, segundo ela, ampliar o pluralismo de opiniões em seu caderno “Poder”: Reinaldo Azevedo, que tem um blog campeão de audiência hospedado na Veja, e Demétrio Magnoli, sociólogo e geógrafo conhecido por combater a imposição de cotas raciais nas universidades brasileiras.
A internet se encheu de gritos de maldição contra os articulistas e o jornal que os contratou, leitores anunciaram que cancelariam as suas assinaturas e, fato inusitado, a coluna de estreia de Azevedo, sobre a ação de libertação dos beagles de um instituto de pesquisas científicas, levou a ombudsman do jornal a classificar delicadamente o colunista como um “rotweiller”- o que ela explicou depois, claro, era só uma força de expressão.
País estranho
Um caso claro de intolerância ideológica, que pode ser facilmente curado por duas providências simples: ou deixar de ler o jornal ou continuar lendo o jornal mas não ler os colunistas desagradáveis. Rebater argumentos e tentar provar com fatos que os deles estão errados e que os seus estão certos nem pensar. Isso dá muito trabalho. Negar em bloco e chamar de “fascista” facilita a vida. Desqualificar sempre, debater nunca.
Mais grave do que isso foi o que aconteceu numa feira literária em Cachoeira, no interior da Bahia, quando ativistas armados apenas pelas suas bordunas de intolerância intelectual impediram, aos gritos, que se realizassem os debates entre o sociólogo Demétrio Magnoli e a cientista social Maria Hilda Baqueiro Paraíso e o filósofo Luiz Felipe Pondé e o sociólogo francês Jean -Claude Kafmann.
Magnoli e Pondé foram impedidos de falar – como Yoani Sanchez já havia sido impedida meses atrás – por pessoas que os xingavam de “fascistas”. Exemplo perfeito daquilo que os franceses chamam de “glissement semantique”- ou deslizamento de sentido das palavras.
País estranho e paradoxal onde opiniões fortes são comparadas com mordidas de rotweiller e onde fascistas em ação proíbem debates e quem é impedido de falar é que é o fascista.
***
Sandro Vaia é jornalista, autor de A Ilha Roubada (Editora Barcarolla), sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez e Armênio Guedes, Sereno Guerreito da Liberdade (Barcarolla). E.mail: svaia@uol.com.br






quarta-feira, 16 de outubro de 2013


Despesas com transporte de empregados

em:
http://www.diarioonline.com.br/noticia-260155-.html












Notícias / Brasil

Empregador poderá pagar custos com transporte

Quarta-Feira, 16/10/2013, 11:13:44 - Atualizado em 16/10/2013, 11:19:11

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta quarta-feira (16), em caráter terminativo, texto que prevê que as despesas com transporte de empregados é do empregador, desonerando assim o trabalhador dos custos com vale-transporte.
Pelos cálculos e avaliação do autor do Projeto de Lei (PL) 242/2013, senador Fernando Collor (PTB-AL), o impacto da medida no orçamento das empresas é “desprezível”. O projeto ainda precisa ser analisado pelos deputados.
O relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS) lembrou que, pela lei, o vale-transporte é uma antecipação feita pelo empregador do valor gasto com transporte pelo empregado, para que se desloque de sua residência ao local de trabalho e retorne para casa. O benefício inclui o sistema de transporte coletivo público, urbano, intermunicipal e interestadual.
Pelas regras atuais, o empregador arca com uma ajuda de custo equivalente ao valor que ultrapassar os 6% do salário do empregado. Por esse critério, um trabalhador que recebe salário mínimo (R$ 678) e gasta R$ 88 com transporte (22 passagens de ida e 22 de volta, a R$ 2), tem desconto de R$ 40,68 do salário e recebe do empregador R$ 47,32.
Convencido pelo autor da proposta, o senador Paim defendeu que a transferência dos custos totais do benefício para o empregador “fará grande diferença no orçamento dos empregados e não causará tanto impacto nos custos das empresas”.
Segundo ele, além do impacto ser pequeno, esse tipo de despesa ainda pode ser abatido da receita da empresa, “para fins de apuração de seu lucro tributável, portanto, prejuízo não haverá para a classe produtiva”, concluiu.
Qualquer trabalhador tem, por lei, direito ao vale-transporte para o deslocamento residência-trabalho-residência, mas o gasto não é contabilizado como salário, nem considerado para cálculos de outros recursos, como o do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor também não se configura como rendimento tributável.




Alteração da CLT

em:
http://www.senado.gov.br/noticias/tv/videos/cod_midia_293167.flv


Comissão de Assuntos Sociais


Aprovado projeto que altera a CLT e trata do processamento de recursos de Justiça do Trabalho






Serra Pelada

em:
http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=679091&|deputados+pedem+cpi+para+investigar+den%C3%BAncias+em+serra+pelada#.Ul6SxlCkrdQ










16/10/2013 - 08:19 - Pará

Deputados pedem CPI para investigar denúncias em Serra Pelada

O principal problema contratual diz respeito à divisão de lucros















Os representantes do Ministério Público Federal do Estado do Pará, do Ministério de Minas e Energia e da empresa canadense Colossus Mineração, responsável pela mineração  mecanizada em Serra Pelada, deixaram as cadeiras vazias, ontem, durante audiência pública que conseguiu reunir, em bom número, deputados e garimpeiros para discutir soluções relacionadas às possíveis irregularidades na exploração de minérios na região.

Os garimpeiros, que viajaram de Curionópolis, no Sudeste do Pará até a capital federal para obter respostas, não conseguiram ouvir justificativas oficiais. Insatisfeitos, cobraram iniciativa dos deputados presentes, que não demoraram muito em sugerir o que já vinha sendo sussurrado há algum tempo nos corredores do Congresso: Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar e averiguar os contratos entre a Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp) e a Colossus, as condições de trabalho dos garimpeiros e o projeto de exploração.

O grupo de parlamentares que sugeriu a audiência, e que convidou os faltosos a prestar esclarecimentos sobre as acusações que vêm sendo feitas, se fecharam em torno da proposta de CPI, julgando-a o único caminho para resolver o imbróglio. “Com a CPI eles vão ter que vir, nem que seja na vara!", bradou o deputado Domingos Dutra (SDD-MA). "Temos um contrato suspeito, de uma empresa suspeita, sem reconhecimento no mercado, irregularidades na gestão anterior da Coomigasp, dinheiro que não sabemos para onde foi, então, precisamos de uma CPI para investigar tudo e, principalmente, responder e dar respaldo legal aos trabalhadores que foram explorados e condenados por ações dessa empresa", completou o deputado Arnaldo Jordy.

O principal problema contratual diz respeito à divisão de lucros. Inicialmente a mineradora teria participação de 51% e o compromisso de repassar à cooperativa prêmios baseados na reserva de ouro aceita e aprovada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Garimpeiros insatisfeitos questionam vários itens do Termo de Acordo de Conduta (TAC) firmado entre as partes, principalmente sobre a atual divisão dos lucros da produção.

 "O contrato estabelece de 51% a 71% para a Colossus e 25% a 49% de direitos da exploração para a cooperativa. O regime de exploração e de trabalho degradante em Serra Pelada continua o mesmo das décadas de 70 e de 80. A Coomigasp tem sofrido denúncias de irregularidades e desmandos, inclusive com intervenção judicial e não tem conseguido unir os garimpeiros e representá-los a altura dos seus direitos", denunciou César Halum (PRB-TO), que compõe o colegiado de parlamentares da Câmara que organizou a audiência.

Uma concessão de fevereiro de 2007 permitiu à Coomigasp explorar a mina principal de Serra Pelada, no Pará. Por meio de concorrência, a cooperativa aceitou a proposta da Colossus, que entraria com capital e tecnologia, e a cooperativa cederia seus direitos sobre a mina. Em relação a essa proposta também há dúvidas, a denúncia dos garimpeiros é de que o contrato foi firmado por um grupo de garimpeiros indicados pelo Ministério de Minas e Energia, que teriam "tomado" a Coomigasp e firmado o contrato com a então desconhecida Colossus, sediada em Minas Gerais. Esse acordo só foi posto as claras quase um ano depois aos próprios garimpeiros, após solicitação do então prefeito de Curionópolis, Sebastião Curió.

Outro problema é que a Coomigasp, já sob nova gestão, opositora àquela que fechou contratos com a Colossus, sofreu intervenção da Justiça. O atual interventor, Marcus Alexandre, que preside a Cooperativa, foi indicado pelo juiz substituto de Curionópolis, Danilo Alves Fernandes, por indicação da Colossus, segundo aponta a Associação de Defesa do Patrimônio dos Garimpeiros Sócios  da Coomigasp (Adepag). Ele é ex-funcionário da Colossus e não tem capacidades gerenciais,de acordo com a Adepag, que também participou da audiência pública na tarde de ontem.

Durante a audiência pública também foi sugerido que os deputados entrem com representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) solicitando que o órgão apure a conduta profissional de um magistrado do Pará na disputa judicial envolvendo Colossus e Coomigasp. Garimpeiros acusam o juiz de parcialidade no caso a favor da mineradora. Parlamentares também podem pedir à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar o episódio. "É necessária também uma CPI para passar esta história a limpo", acrescentou Domingos Dutra, outro defensor de que a Câmara passe a apurar o caso.

 Defesa

 Em nota, a Colossus Mineração negou as denúncias de que haveria regime de exploração e de trabalho degradante na implantação da nova mina industrial de Serra Pelada. De acordo com a companhia, comparar o atual projeto ao antigo garimpo manual fechado pelas autoridades há cerca de 25 anos revela o desconhecimento da realidade local por parte de Halum. Ainda conforme a Colossus, as autoridades que fiscalizaram ou visitaram o projeto nos últimos três anos encontraram profissionais com carteira assinada e salários em dia, utilizando equipamentos de segurança, cumprindo a carga horária estipulada pela legislação e treinados para executar suas funções. "A empresa segue padrões internacionais para manter a saúde e a segurança de seus profissionais", informa o documento.

 A Colossus afirma também  que o acordo firmado com a parceira Coomigasp é legítimo, obedece à legislação brasileira e foi referendado pelo Ministério de Minas e Energia. A empresa acrescenta que, mesmo antes do início da operação, a cooperativa de garimpeiros é remunerada em R$ 350 mil. Os depósitos  são realizados em juízo, como estabelece o TAC. O comércio varejista não ampliado registrou crescimento no volume de vendas de 1,7% na comparação com junho do ano passado, de 3% no acumulado do ano e de 5,5% no acumulado de 12 meses. O varejo ampliado teve queda de 2% na comparação com julho de 2012 e altas de 3,7% no ano e de 6,4% no acumulado de 12 meses.

por Rafael Querrer, da Sucursal Brasília
Foto: Divulgação

DANÇA

em:
(http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=679097&|fida+abre+com+homenagem+ao+violonista+t%C3%B3+teixeira#.Ul6LXVCkrdQ)










16/10/2013 - 08:27 - Entretenimento

Fida abre com homenagem ao violonista 

Tó Teixeira

Festival de Dança reúne grandes nomes do balé na Amazônia


Foi aberta ontem à noite, no Theatro da Paz, a edição número 20 do Festival Internacional de Dança da Amazônia (Fida), que se estende até o próximo domingo, com vasta programação cultural. O evento é realizado pelas escolas de dança Clara Pinto e tem o objetivo de promover a cultura local por intermédio da dança. O violonista Tó Teixeira o grande homenageado deste ano.
Na cerimônia de abertura do evento, Clara Pinto, coordenadora e idealizadora, prestou uma série de homenagens a quem chamou de 'os  maiores incentivadores do festival', incluindo as Organizações Romulo Maiorana (ORM), que foram representadas pelo colunista do jornal  Amazônia Adenirson Lage.

Além das ORM, a Assembleia Legislativa do Estado (Alepa) também recebeu homenagens e foi representada pelo presidente da Casa, o deputado Márcio Miranda. O empresário Alaci Corrêa, diretor do Grupo Nazaré, foi outro a ser homenageado, assim como a operadora OI, patrocinadora do evento há alguns anos.

Clara Pinto destacou o crescimento do Fida ao longo de duas décadas e observou que mesmo com tantos obstáculos enfrentados, foi possível realizar o sonho de promover o maior evento de dança da Amazônia. 'Hoje (ontem) só quero agradecer a todos os reais e verdadeiros apoiadores do Fida, que conseguiu alcançar seu grande objetivo, que foi se transformar no primeiro evento internacional de dança de toda a região amazônica. E isso eu devo a todos vocês, presentes nesta noite', disse, emocionada.

Clara também homenageou, com troféus, seu staff de funcionários e professores, incluindo servidores do Theatro da Paz, onde o festival é realizado desde que surgiu, em 1994.

Após a abertura oficial do evento, o balé 'Acordes de Tó' foi apresentado pela Cia de Danças Clara Pinto. O espetáculo faz parte do projeto 'Resgate da Cultura Paraense', que a cada edição do Fida celebra uma personalidade da cultura regional, sendo o violonista Tó Teixeira o grande homenageado deste ano.

Coreografado pelo carioca Fábio de Mello, diretor artístico do festival, o balé teve trilha sonora executada ao vivo pelo violonista paraense Salomão Habib, um dos principais difusores da obra de Tó Teixeira.

O espetáculo será reapresentado no próximo sábado, às 20h, também no Theatro da Paz, onde, de hoje até domingo, passarão grandes nomes do balé internacional, como os sete primeiros bailarinos dos teatros Colón e de La Plata, de Buenos Aires, na Argentina.

Entre as atrações mais aguardadas deste Fida está o carioca Carlinhos de Jesus, que se apresenta nas noites de sexta e sábado. Ele também vai ministrar uma oficina de dança de salão e deve chegar a Belém amanhã à noite.
O Festival Internacional de Dança da Amazônia acontece até o próximo domingo, com espetáculos nos teatros Da Paz e Margarida Schivasappa, do Centur, e também em dois palcos alternativos, no Bulevard Shopping e na Praça da República.

Fonte: O Liberal
Foto: Cristino Martins