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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Arte


Esse absurdamente impressionante

Norman Rockwell





quinta-feira, 10 de abril de 2014

Formidável


Na OBVIOUS MAGAZINE
(link)

DIÁRIO DE UMA VIDA ESTRANHA

DIVAGAÇÕES DE UM OBSERVADOR DE FELINOS



VINCENT & VAN GOGH

Publicado em artes e ideias por Bernardo Pessoa // 30 mar 2014


“Há pessoas que tem uma sorte incrível”
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E se as grandes obras do pintor holandês Vincent Van Gogh não fossem de sua autoria e sim, na verdade, de seu gato de estimação? Essa é a premissa de Vincent & Van Gogh, do quadrinhista sérvio Gradimir Smudja.
Vincent é um pintor frustrado e sem talento que adota um gato gordo, mal caráter e um pintor fantástico, chamado Van Gogh. Da amizade dos dois, Vincent ganha a fama pelos quadros do gato a troco de dar casa, comida e cuidado – e também proteção contra os inimigos do gato fanfarrão! É muito engraçado pensar que obras primas da pintura foram feitas por um gato em busca de guarida para uma vida noturna conturbada.
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O Van Gogh real, que inspirou a HQ, tem uma biografia muito mais penosa e triste. Uma alma torturada, angustiada com as cores e com a vida. Passou uma vida em tons muito menos intensos do que os de suas pinceladas, por entre angústias e medos que o levaram à morte em 1890. “Sem emprego, sem dinheiro, sem saúde, falecia-lhe o ânimo e a coragem para recomeçar a nova existência”
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Pintor de paisagens deslumbrantes, de ciprestes solitários, quartos comuns, cafés em Mount Martre, noites estreladas, auto-retratos em pinceladas rápidas; sua sensibilidade o derrotou.
Desenhada magistralmente com a mesma técnica de pinceladas usada pelo pintor holandês, a revista nos apresenta as paisagens fantásticas de Paris e do sul da França, onde o pintor passou o final de sua vida.
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Falácia desmazelada! O gato pintor e insensível, tem patas ágeis e imaginação fértil. Na HQ, os gênios tem por detrás de si, seus companheiros de estimação. Rambrandt, Gauguin, Monet, Degas e Cia assumem a fama pelos feitos artísticos de seus animais.
Gradimir Smudja é autor também de uma sensacional biografia quadrinizada de Tolouse-Lautrec.
Para quem curte uma boa HQ recheada de belíssimas imagens e referências. É um grande tributo à história da arte, não perca!
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Bernardo Pessoa
Estudante de Direito, leitor compulsivo e sempre cheio de opiniões irrelevantes, vive sentindo 
saudade daquilo que não viveu. 
É um eterno sonhador, criando seu próprio mundo a partir do que vai lendo por aí, 
ao lado de suas duas gatinhas mal-humoradas.



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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Arte



Na Obvious Magazine














CARLOS BATALHA










O DIA EM QUE DIDI MOCÓ DESCONSTRUIU A ARTE CONTEMPORÂNEA


publicado em artes e ideias por      // 23 jan 2014

© obvious: http://lounge.obviousmag.org/do_zepelim/2014/01/o-dia-em-que-didi-moco-desconstruiu-a-arte-contemporanea.html#ixzz2rsnzeal7 
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A arte contemporânea se constrói em conceitos cada vez mais complexos e subjetivos tão incompreensíveis quanto a obra em si. Mas, eis que vem Didi Mocó e desconstrói tudo...

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Bem... no meu texto anterior teve gente que me atribuiu um juízo de valor que em nenhum momento fiz. E isso seria dissipado se um “a” cedesse lugar a um “o”, talvez. E lá foi o debate para algo que nem foi posto. Mas fica a dica para mim mesmo de, quem sabe, ser mais claro... rs. Então, dessa vez, deixemos sem margem a dúvidas: vou fazer juízo de valor. Posto isso, sigamos.
Não tenho simpatia pela arte contemporânea. E, acredito, nem ela tem por mim. A teoria não me convence, e a prática não me comove.
Em 1917, Duchamp expôs um urinol no Salão dos Independentes de Nova Iorque, lançando seu conceito de ready made, onde a obra não era uma produção original, mas uma peça industrial comum retirada do seu contexto ordinário. Ou seja, qualquer coisa poderia ser transmutada em objeto de arte pelo simples deslocamento do uso comum. Praticamente uma alquimia. Bastava tirar o mictório do banheiro e colocá-lo na galeria do museu e pronto! Fez-se a luz! Curiosamente, ainda hoje figuras como Damien Hirst e Jeff Koons se utilizam desses truques, quase 100 anos depois!
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Recentemente me deparei com a obra da foto aqui acima. Estava no meio de uma galeria bem vazia, sem qualquer coisa que a identificasse, contextualizasse e/ou explicasse. Não sei nem o nome do autor. O que mais me incomodou nem foi o fato de não ter tido qualquer sentimento pelo objeto em si. O que mais me deixou apreensivo foi não saber se o cubo de acrílico transparente fazia parte da obra ou se era apenas um objeto esquecido ali, talvez para apoiar um panfleto informativo. Ou seja, bastava alguém decretar e ou seria arte, ou seria nada.
Assim, a arte passa a ser qualquer coisa decretada como tal. Em 1975, Tom Wolfe, no ótimo "A Palavra Pintada", apontou como esse é um conceito absurdo e escreveu: "O que via diante de mim era o crítico-chefe do New York Times dizendo que [...] carecer de uma teoria convincente é carecer de algo crucial". Ou seja, o próprio crítico admitia que de nada valia o objeto em si, mas sim a historinha que o artista conta pra tentar fazer daquilo alguma coisa.  
Então, as obras se tornam arte por um sistema de validação que envolve apenas artistas e críticos. Ao público cabe aceitar o que se impõe. E se isso não fizer sentido, como disse a crítica Avelina Lésper, é por ser “ignorante, estúpido e diz-lhe com grande arrogância que, se não agrada é por que não apercebe“. Logo, “o espectador, para evitar ser chamado ignorante, não pode dizer aquilo que pensa, uma vez que, para esta arte, todo público que não submete-se a ela é imbecil, ignorante e nunca estará a altura da peça exposta ou do artista por trás dela”.
Mas, quem melhor criticou esse conceito que faz o tudo e o nada serem arte, desde que ungidos como tal, foi o maior personagem humorístico da história brasileira (na minha opinião): Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novalgina Mufumbo! Numa esquete, Didi é o caixa de um mercadinho e vai atender Chico Anysio, o próprio (se o programa tivesse pretensão de arte os críticos babariam pela metalinguagem dialética entre o real e o fictício...). Empolgado em ver o ídolo, Didi bajula Chico como se não houvesse amanhã. Lá pelas tantas, pergunta:
"Chico, poderia me dar um pornógrafo?". E Chico:
"Autógrafo? Sim, claro. Tem caneta?". Então, eis que Didi subverte a lógica e questiona toda a relação entre o valor em si da coisa e o valor atribuído pela intenção, disparando:
"Tô sem caneta, mas escreve aqui na máquina", e saca uma máquina de escrever. Incrédulo, Chico pergunta:
"Autografar com a máquina?". E Didi, mais fundo na subversão dos valores, explica:
"Chegar em casa eu passo a limpo". E, pra finalizar, ainda comenta, enquanto Chico datilografava:
"Muito bonita sua letra. É igual dos livros que eu leio!”
Nesse diálogo genial, de alguns poucos segundos, Didi resume a grande questão da arte atual: a arte se valida pelo valor em si de uma obra produzida, ou se torna arte pelo conceito atribuído a algo que antes não tinha valor algum? A intenção de Chico Anysio em produzir um autógrafo é tão válida quanto um autógrafo que foi efetivamente produzido? E após passado a limpo, a intenção prevalece sobre a produção?
Assim é a arte contemporânea: um autógrafo feito na máquina e passado a limpo...


CARLOS BATALHA

Arquitetura e urbanismo por formação, estratégia digital por profissão, leituras por diversão.
Saiba como escrever na obvious.














link da postagem: obvious




segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Arte



O impressionante

Jason Seiler

Site: Jason Seiler Illustration












quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Pin-Ups


Na ZUPI (site)

(link da postagem) ZUPI.COM.BR

As Pin-Ups russas pela fotógrafa Irina Davis

por Felipe Matula

Estamos acostumados a ver por aí as belas pin-ups norte-americanas, mas uma fotógrafa decidiu inovar e clicou russas em poses de pin-ups tradicionais. Abaixo ela explica o motivo pelo qual fez isso e qual o seu objetivo com esse trabalho:
“Ao fotografar mulheres imigrantes russas exclusivamente em poses tradicionais de pin-ups norte-americanas, estou inventando meu próprio gênero de pin-ups russas. Meu conceito é retratar a beleza, feminilidade e a sexualidade. Estou contando a história de uma crise de identidade nacional russa, a frustração e confusão de auto-identificação com o país de origem. Meu objetivo é fazer a ponte e seduzir o espectador com com as minhas fotografias”.
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+ Informações aqui: IRINA DAVIS

terça-feira, 25 de outubro de 2011


Desenhos de IVO DÓRIA - parte II

Ivo retrata abaixo, em caricaturas, Acelino Popó Freitas, o pessoal do CQC, Lyoto Machida, Joelma e Chimbinha, Bell Marques e o casal real britânico













































 






























































Abaixo, o desenhista é retratado por J. BOSCO

 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

IVO DÓRIA - Desenhista


Imaginação, paciência, qualquer pedaço de papel, uma caneta que funcione e eis os
Desenhos de "Ivo Dória".

Desenhista autodidata, infulenciado por Will Eisner e Aurélio Gallepini.




















"A gigante Bia rabiscada"




















"Danielzinho da contra-regra em seu mundo de Bob"




















"Eliza e a trilha das novelas"




















"O pequeno Anderson e o processo de engorda"




















"Jorge e os segredos do cofre"




















"As pi(mi)rações de Vicente"