segunda-feira, 20 de maio de 2013


Na Rede
em
Metamorfose Digital 
Oito anos diminuindo a sua produtividade.

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25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Por  Admin  em  Paisagens
Visualizado 285273 vezes desde 03 de maio de 2013 às 16:37:03

Nosso mundo está tão repleto de maravilhas que novos e surpreendentes lugares são descobertos a cada dia, seja por fotógrafos profissionais ou por meros amadores. Diferentes localizações geográficas, condições climáticas e inclusive estações oferecem a mais ampla variedade de belezas naturais: lagos cor de rosa, campos de lavanda ou tulipa deslumbrantes, canyons e montanhas impressionantes e muitos outros lugares que dificilmente podemos achar que em realidade existem.


Algumas das imagens desta coleção são (quase) todos pontos turísticos naturais, só uns poucos sofreram a interferência humana, mas mesmo nestes casos, o resultado dessa colaboração resultou espetacular. Por exemplo, os japoneses e holandeses aprenderam como ninguém a domar as flores e os colonos chineses da canola não esperavam criar todo este espetáculo.

Não é à toa que viajar é uma das melhores e mais prazerosas formas de lazer; note que até mesmo apenas olhar para estas imagens leva a nossa mente a vagar por lugares distantes. Pois então, boa viagem!


1. Túnel do amor, o vórtice ao paraíso em Klevan, Ucrânia
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Oleg Gordienko

2. Campos de Tulipas na Holanda
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Allard Schager

3. Salina de Uyuni, onde o horizonte alcança o céu, na Bolívia
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via dadi360

4. Parque Flores Hitachi Seaside Park, Japão
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via nipomen2sename777

5. Grutas de gelo Mendenhall, Alaska, EUA
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Kent Mearig

6. Praia Vermelha, Panjin, China
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via MJiA

7. Bosque de Bambu, Japão
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Yuya HorikawaTomoaki Kabe

8. Túnel Cherry Blossom, Alemanha
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Adas Meliauskas

9. Mina de Naica, México
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via nicole_denise

10. Túnel de Glicínias
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Ockert Le Roux

18. Lago Retba, o lago Rosa no Senegal
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via buzzfeed

19. Campos de Lavanda, Reino Unido e França
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Antony SpencerErasmus T

20. Campos de flores de Canola, China
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via +Lanzi

21. Monte Roraima, Brasil/Venezuela
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via imgur.comUwe George

22. Parque Geológico Zhangye Danxia, China
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via unbelievableinfo.blogspot.it

23. Caverna de gelo de Kamchatka, Sibéria
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Ratbud

24. Deserto da Namíbia
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via Hougaard Malan

25. Lagos de azul profundo de Band-e-Amir, no Afeganistão
25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem
Foto via USAID Afghanistan
Fonte: Bored Panda.


Leia mais em: 25 lugares tão incríveis que é difícil acreditar que realmente existem - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=28183#ixzz2TqOr9Kq4



terça-feira, 14 de maio de 2013


Na REDE

"JORNALIRISMO"
- Caderno de Jornalismo -
Jornalismo
O tal do Livro do Lobão
Guilherme Fernandes

link desta postagem: http://jornalirismo.com.br/jornalismo/14/1748-o-tal-do-livro-do-lobao


imagem: http://www.lobao.com.br/index.php


Nem bem Manifesto do Nada na Terra do Nunca (Editora Nova Fronteira, 247 páginas) foi lançado e Lobão já está lá, de luvas postas, de seu lado do córner, esperando a sineta tocar para que o seu combate contra a bundamoliceintelectual tivesse início. Prevenido, já adianta, aos leitores e críticos, os próximos capítulos, logo na orelha do novo rebento: “É certo que muita gente vai criticar este livro só de orelhada, a partir de frases tiradas do contexto e de uma visão estereotipada de seu autor”.
E não é que, dessa vez, Lobão tinha razão?
O que se viu nestes últimos dias foram declarações ofensivas, frases sensacionalistas e artigos dos mais baixos possíveis defenestrando-o por causa de factoides criados pela própria imprensa. Nomes, como Paula Lavigne, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Mano Brown, figuravam em notas nos portais de notícias desse nosso ciberespaço de meu Deus. Teve até chamado para a briga, advindo do líder dos Racionais MCs.
Achei tudo isso engraçado demais, porque tinha a certeza de que muitos que o estavam criticando, senão todos, e rebatendo pseudoacusações, ainda não tinham lido nem sequer dois capítulos do tal “Manifesto Lobônico”. O livro nem ao menos tinha sido lançado, quando essas polêmicas surgiram. Ou seja, outra vez, a “imparcialidade” da imprensa nos pregou mais uma peça daquelas. Estavam criticando um livro que não tinham lido.
Mesmo assim, o estrago estava causado. Seja para o bem, já que haveria muitos curiosos adquirindo a obra somente para ler os pensamentos do velho lobo sobre os assuntos que pipocaram na imprensa; seja para o mal, uma vez que muitas pessoas já leriam o livro com uma veemente má vontade, procurando sustentáculos para suas criticas ao cantor. Adquiri a obra nem bem ela chegara às prateleiras das livrarias de São Paulo.
Acompanho de perto o trabalho de Lobão. Admiro suas músicas, sua batalha, mesmo que vista de outra forma, em defesa da classe musical e, acima de tudo, sua coragem para expor opiniões sobre quaisquer assuntos, mesmo que elas sejam divergentes do senso comum. Concordo com tudo que ele diz? Mas é claro que não! Se concordasse, me chamaria João Luiz Woerdenbag Filho e seria Lobão. No entanto, respeito-o, assim como qualquer pessoa que tenha pensamentos que divergem dos meus.
Descompasso entre livro e repercussão
Voltando ao livro, devorei-o em menos de dois dias. E, sinceramente, ao terminá-lo, tive a sensação de que algo estava em desacordo com o que estava acompanhando nos veículos de imprensa. O livro está longe de ser uma metralhadora giratória, como a mídia o estava vendendo, e os supostos alvos citados nas reportagens não passam de meros exemplos dentro de um contexto muito bem dissecado por Lobão, na explanação de seus pensamentos.
O livro nada mais é do que a exposição de pensamentos de um indivíduo que pensa diferente do status quo, da grande massa. Com várias passagens engraçadíssimas e outras mais sérias, mais argumentativas, Lobão tenta apresentar suas ideias da forma mais clara possível, seja debatendo situações que não são debatidas pelo grande público, como a Comissão Nacional da Verdade, criada pela presidente Dilma Rousseff, seja explicando mal-entendidos, como sua recusa em tocar no festival alternativo Lollapalooza e sua saída do programa “A Liga”, da Rede Bandeirantes.
Nada demais.
Ao contrário do que muitos esperavam, Manifesto do Nada na Terra do Nunca é um bom livro, mesmo sendo um dos muitos rounds da luta “Lobão x Críticos”. Mostra que o autor estudou bastante para poder expor seus argumentos mais sérios de forma bastante embasada, e, ainda assim, consegue arrancar boas risadas com algumas situações inusitadas que perpassaram sua história recente.
É claro que, por ser um livro escrito por um indivíduo que expõe suas opiniões sobre determinados assuntos, ele se mostra bem parcial em certas partes. Eu mesmo não concordo com algumas celeumas levantadas por Lobão, mas respeito-o por ter, mesmo que de forma equivocada em alguns casos, tocado na ferida, a fim de suscitar um debate mais qualificado, mais intelectualizado sobre temas que merecem a atenção do povo brasileiro, como a Lei Rouanet, a via de mão dupla que é o preconceito, desilusões políticas, entre outros assuntos.
O que a repercussão desse livro está mostrando é que, nos dias de hoje, está cada vez mais difícil manter um debate intelectual no Brasil. Discordâncias ideológicas são levadas para o lado pessoal, e divergências de ideias, mesmo que embasadas em argumentos firmes, caso não façam parte do formato de um pensamento vigente, são descaracterizadas única e simplesmente por ser diferentes. Esmeram-se em combater as opiniões contrárias, ao invés de conviver pacificamente com elas.
Sem proselitismos, mesmo que inevitáveis, tenho visto certos partidos, algumas mídias, determinadas universidades e outras lideranças lutando, cada vez mais, pelo cerceamento das opiniões divergentes, querendo que todos pensem da mesma forma, assistam às mesmas coisas e leiam os mesmos livros.
E sem as divergências, o que nos sustentará como cidadãos, no futuro?

Abaixo, reproduzo alguns trechos do livro que julgo interessantes:
“Amamos a pobreza. O que mais me impressiona é a quantidade de gênios que nossa cultura produz, a formular teorias incríveis no intuito de proteger esse patrimônio de que, tristemente, acostumamos a nos envaidecer. Isso gerou uma forma singular de autoengano: nos achamos especiais através dos nossos piores defeitos.”
“E quanto ao rap? Bem, o rap e o hip-hop, em geral, estão vivendo momentaneamente como reféns do simplismo e do populismo da cartilha do partido do governo. (...) A atitude deles é essa, sempre: se você não é mano, você é um ser repugnante a ser desprezado.”
“Uma parte substancial da população exige saber a verdade integral. E isso não pode nos ser negado. Qualquer cidadão brasileiro, independente de partido, credo ou convicção político-religiosa, tem o direito de pleitear ao governo e, ao mesmo tempo, à Comissão da Verdade, todas as faces da história. De outra forma, a Comissão da Verdade será apenas uma patética Omissão da Verdade.”
“Somos obrigados a admitir que estamos lidando com sociopatas que não possuem o menor senso de autocrítica e anseiam por aniquilar a convivência com oposições e qualquer tipo de adversário.”
“Sabia que jamais poria os pés naquela produtora outra vez, sabia que nunca mais gravaria para aquele programa outra vez. Olhei para o microfone pendurado na lapela, que ainda estava ligado, dei uma risada de escárnio e devo ter dito algo como ‘Fodam-se todos vocês, seus babacas, fui!’”




Livro:
 Manifesto do Nada na Terra do Nunca (Editora Nova Fronteira, 2013, 247 páginas)
Autor: Lobão
Preço médio: R$ 39,90
Para saber mais; site do Lobão:



reportação de Cretinismo
Na REDE

“Mulheres conforto”, isso é tipo um artefato... um objeto sintético... só que vivo, e destituído de vontade. 
Veemência da defesa do indefensável é o zênite da cara-de-pau. 

Posted Image

link da postagem:
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/prefeito-de-osaka-diz-que-escravas-sexuais-foram-necessidade-de-guerra



Direitos humanos

Prefeito japonês diz que escravas sexuais foram 'necessidade de guerra'

Quase 200.000 asiáticas foram escravizadas em prostíbulos militares em conflito

Tory Hashimoto em Tóquio no dia 29 de novembro de 2012

O prefeito de Osaka, Tory Hashimoto, afirmou nesta terça-feira que as chamadas "mulheres conforto" asiáticas, que foram forçadas pelo exército japonês a prostituir-se durante a II Guerra Mundial, foram uma "necessidade" para manter a disciplina. Rapidamente, políticos japoneses buscaram se distanciar das declarações controversas.
"Quando os soldados arriscam suas vidas sob as balas e devem ter repouso oferecido em algum lado, está claro que precisam de um sistema de mulheres de conforto", disse Tory Hashimoto. Apesar de reconhecer que a escravidão sexual era um "trágico resultado da guerra", Hashimoto também disse a um militar americano em uma visita à base de Okinawa que o "entretenimento adulto" do Japão devia ser mais utilizado pelo Exército americano. Moradores de Okinawa já exigiram a expulsão das tropas americanas do local depois de casos de estupro envolvendo soldados dos EUA.
A declaração do prefeito da principal cidade do oeste do Japão provocou reações de indignação similares às provocadas no ano passado pelo prefeito de Nagoya, que colocou em dúvida a existência do massacre de Nankin de 1937 cometido pelas tropas nipônicas, no qual, segundo a China, foram exterminadas 300.000 pessoas. Quase 200.000 mulheres asiáticas - principalmente coreanas, chinesas e filipinas - foram transformadas em escravas sexuais nos prostíbulos militares japoneses durante a II Guerra. 
"Nos decepciona profundamente que uma personalidade oficial defenda crimes desumanos semelhantes", disse um porta-voz do ministério sul-coreano das Relações Exteriores. "Estamos chocados e furiosos", afirmou a porta-voz da chancelaria chinesa, Hong Lei. "O futuro do Japão dependerá da maneira como enfrenta o seu passado", completou.
O Japão já apresentou desculpas pelos "crimes", mas negou qualquer responsabilidade no tratamento que os prostíbulos reservavam às mulheres escravizadas. O secretário-geral do governo, Yoshihide Suga, negou-se a comentar as declarações do prefeito, mas disse que o Japão reconhece os sofrimentos infligidos por Tóquio aos povos vizinhos durante a II Guerra Mundial.
(Com agência France-Presse)

Na REDE


Isso não é lá nenhuma grande novidade, né!?... Nem o flagra e nem a cerca, recorrentemente, pulada.

Então!... a comprovação de que esse tipo de comportamento sempre existiu está no próprio cotidiano... nos casos dos quais quase todo mundo já ouviu falar, ou mesmo presenciou; seja no trabalho, na vizinhança, nos cursos, academias, rodas de amigos, etc... a vigilância 24hs da realidade atual só está escancarando tudo, enquanto meio que relativiza o conceito de vida privada.
Agora, quem vê TV, vê na chamada de uma novela - no maior canal de novelas - uma personagem (da atriz Giulia Gam) afirmando algo como "a gente precisa lutar pelo homem amado, mesmo que ele seja casado" (isso até rima!) e, ao que parece, o tal do lutar, era algo como armar um encontro dos amantes para forçar um flagrante e acabar com o casamento. Em outra situação - outra chamada em um outro canal - a "menina" lindíssima (não sei quem é a atriz), em uma conversa, pergunta "qual o problema em querer mudar de vida?" e, para tanto, também precisaria desfazer um casamento para ter o "meio" (um marido qualquer que deve ser amante dela) para tal mudança... seria uma nova tendência nos relacionamentos? o casamento, enfim, é só um ritual cada vez mais caro e pomposo, e cada vez mais vazio de sentido?...
Francamente, eu não sei a resposta.

ESTADO.COM.BR - Blogs
Sonia Racy

link desta postagem:
http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/inaopode/

“Inãopode”

14.maio.2013 | 1:03

O mundo de Iphones e Ipads sincronizados resultou, semana passada, em divórcio. Ao se comunicar com o amante por SMS, conhecida socialite esqueceu de detalhe importante: havia emprestado seu Ipad… ao marido. Resultado? Ele acompanhou toda a “conversa” ao vivo.

sexta-feira, 10 de maio de 2013


Hookers 


Para além da rígida observação aos procedimentos de praxe (logística, organização, capacitações, antecipação, etc...) o sucesso de um evento de proporções mundiais, como a Copa de 2014, possivelmente guarda relações com a afirmação, a manutenção e a apregoação dos hábitos do país sede. 
As demais nações participantes decerto prescindem de esclarecimentos sobre a cultura local, os costumes, a gente e as particularidades que caracterizam o país que às recebe... (Ou não???...)
Ao menos segundo a página "SportWereld"(Holanda - salvo equivoco); outra coisa, não! Mas, a putaria - como sempre (o que qualquer brasileiro observa numa situação destas) - é garantida no Brasil.
Conforme demonstrado na postagem, nossas meninas - como excelentes anfitriãs que são - já estão "afiando a língua" (apesar das aspas, não é um trocadilho jocoso) para bem recepcionar aos turistas.
Pesarosamente - no caso - costumes, são costumes...

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Prostituees in Brazilië leren Engels voor Wereldbeker Voetbal 2014

donderdag 2 mei 2013 om 16u59

link:

De meisjes van plezier in Belo Horizonte, gaststad voor de Confederations Cup en het WK voetbal in 2014, krijgen Engelse lessen aangeboden om de toeristen goed te kunnen ontvangen. Meer dan 300 vrouwen gingen al op het aanbod in van de Vereniging van Sexwerkers in de staat Minas Gerais.










É a gringa esculachando o país antes mesmo da coisa toda começar... (Ou não!!!?...)


Terruá Parááááá, e tals...




Divulgada a agenda de shows da Mostra Terruá Pará de Música

A etapa de apresentações inicia na próxima terça-feira, dia 14
Divulgada a agenda de shows da Mostra Terruá Pará de Música

Os 72 artistas selecionados para a Mostra Terruá Pará de Música - edição 2013 - preparam repertório e apresentações memoráveis, pois a etapa decisiva para saber quem serão os 12 que vão integrar os shows do Terruá pelo Brasil está para começar. E quem sai ganhando ainda é o público que poderá conferir, gratuitamente, as apresentações musicais. Serão 12 terças-feiras de muita musicalidade e animação no teatro Margarida Schivasappa.
Confira a relação completa dos shows:
*Na ordem de apresentação (de baixo para cima)

14/05
Mestre Curica
Juca Culatra
Projeto Charmoso
Marcel Barretto
Almino Henrique
Toninho Nascimento

21/05
Dona Onete
Toni Soares
Sebastião Tapajós
Pedrinho Cavallero
Adamor do Bandolim
Grupo de Carimbó Raiz de Cafezal

28/05
Gang do Eletro
Tonny Brasil
Pim
Kim Freitas
ZebraBeat Afro-Amazônia Orquestra
Guitarrada-Açu

04/06
Metaleiras da Amazônia
Delinquentes
Enquadro
Sikoka
Grupo de Carimbó Sancari
Clave da Lua

11/06
Banda Fruto Sensual
Mestre Solano
Ana Clara
Mestre Max do Sax
Elder Effe
Creuza Gomes

18/06
Almirzinho Gabriel
Pio Lobato
Natália Matos
Arthur Espíndola
Mestre Damasceno
Antonio Novais

25/06
Viviane Batidão
Jaloo
Laurentino e os Cascudos
Bruno B.O.
La Orchestra Invisível
Grupo de Músicas Regionais Águia Negra

02/07
Luê
Ely Farias
Davi Amorim
Ronaldo Silva
Rafael Lima
Allan Carvalho

09/07
Mestre Vieira
Coletivo Rádio Cipó
Pedrinho Callado
Vynil Laranja
Turbo
Espoleta Blues

16/07
Manoel Cordeiro
Manezinho do Sax
Camila Honda
Zarabatana Jazz Band
Sonia Nascimento
Grupo de Tradições Marajoara Cruzeirinho

23/07
Madame Saatan
Manari
Strobo
Loopcínico
Cronistas de Rua
Som de Pau Oco

30/07
Felipe Cordeiro
Banda ARK
João Gonsalves e Os Populares de Igarapé-Mirim
Aíla
Olivar Barreto
Molho Negro
SERVIÇO:
Mostra Terruá Pará de Música. Período: de 14 de maio a 30 de julho.
Todas as terças-feiras às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa - Centur (Avenida Gentil Bittencourt, 650 - Nazaré)
Entrada Franca, com retirada de ingressos no dia dos shows na bilheteria do teatro (das 9h às 12h e das 15h às 18h). Sujeito à lotação.

link do PORTAL CULTURA:

terça-feira, 23 de abril de 2013



Ctrl "C" Ctrl "V" 

Sobre o atentado a bomba na Maratona de Boston
No
Pragmatismo Político

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/04/a-outra-historia-do-atentado-em-boston-espetaculo-em-cinco-atos.html



A outra história do atentado em Boston: espetáculo em cinco atos

Postado em: 22 abr 2013 às 15:44

Cai a cortina. E, como em qualquer espetáculo teatral, o público aplaude os atores. Eles desfilam em seus carros com luzes que piscam vermelhas e azuis, os tanques antibombas passam sob um frenesi de uma sociedade que, desde 11 de setembro de 2001 vive a frustração por não ter conseguido caçar os terroristas que abalaram o orgulho nacional

CAÇADA HUMANA,
ESPETÁCULO EM CINCO ATOS (OU, CINCO DIAS)
Roteiro, Direção e Sonoplastia – CIA, FBI, POLÍCIA DE BOSTON
Participação Especial – Sociedade Americana
Narração – Fox News
Era Boston, início da tarde de 15 de abril, numa primavera sonolenta e ainda fria, quando dois irmãos saíram de casa. Nas costas carregavam um elemento cada dia mais demonizado pela sociedade americana: mochila. E essa tinha seus perigos. Ela transportava uma bomba. Caseira, rudimentar, de baixo impacto, de fácil feitura, numa panela de pressão. Mas continuava sendo uma bomba. E bombas, de nêutrons ou caseiras, são construídas com o mesmo objetivo. Para matar. Sempre.
Os jornais da cidade de Boston naquela segunda-feira, dia da “segunda maratona do mundo” (a primeira continua sendo a grega) trazem notícias corriqueiras., além do assunto do dia, a maratona . Nas primeiras páginas do jornais de Boston, New York, Washington, Chicago, Miami, nenhuma linha sobre o que acontecera na véspera, domingo, 14 de abril. Naquele dia, 30 pessoas, entre elas oito crianças, foram mortas por um drone no Afeganistão. A máquina da morte confundiu uma cerimônia de casamento com ato terrorista. Há quem concorde.
São 2h17min da tarde de 15 de abril na bela e culta cidade de Boston. Correrias, sirenes, multidão em polvorosa. A bomba havia explodido. Quatro pessoas são envolvidas em sacos plásticos. Mortas. Outras 160 se espalham pela rua interditada e pelas calçadas. Feridas. Comoção nacional. Não pelo drone que matou 30 pessoas inocentes. Mas pelo “ato terrorista” que matou quatro inocentes, entre eles um garoto e 160 feridos. Um deles, com pernas amputadas.
24 horas do atentado, nenhum suspeito. Nada. Nenhuma testemunha mas (as conjunções adversativas sempre mudam a história do mundo), surge a primeira imagem, um primeiro suspeito. Alguém que andava sobre os telhados na hora da maratona.
As especulações qual coriscos ensandecidos, riscam os céus de Miami, Chicago, Washington, New York e Boston. “Isso é coisa do Tea Party”, reclamam uns. “Parece que foi ação de quem é contra a alta de impostos”, bradam outros. Ninguém se lembra de que o Congresso dos EUA está, nesse momento, discutindo uma Lei de Migração menos draconiana. A discussão arrepia e traz pesadelos para a extrema direita e seu atual líder, senador pela Flórida, Marco Rúbio. Filho de cubanos fugidos da ilha nos 60.
Quarta-feira, 17 de abril. A câmera de um “anônimo” traz, finalmente, aquilo que mais de 300 milhões de americanos esperavam. A imagem de dois rapazes. Eles e suas e suas mochilas. Os dois próximo à lixeira onde a bomba fora deixada.
irmãos tsarnaev atentado boston
Irmãos Tsarnaev, suspeitos de atentado em Boston (Foto: Divulgação
Ainda é 17 de abril. A voz da âncora da Fox News ecoa pelos ares de um país em pânico. Mas, antes de qualquer pronunciamento oficial, a âncora da Fox News canal de televisão de Rupert Murdoch (a mesma que se recusou a acreditar na reeleição de Obama) deixa escapar o cheiro da panela. Um cheiro de Islam servido num samovar.
17 de abril, em Boston, a câmera com imagem dos dois irmãos, de nomes impronunciáveis no Ocidente, se junta a outras câmeras. A CIA entra em ação para ampliar as imagens que mais a interessavam A dos dois irmãos. A Polícia de Boston nega ter feito a captura de qualquer suspeito.
Já é quinta-feira, 18 de abril. CNN, com seu noticiário desbotado e Fox News exigindo vingança passam a centralizar o noticiário na busca dos “terroristas”. Às nove da noite desse dia, as imagens dos dois irmãos surge nas telas das redes sociais com a tarja “Wanted” (Procurados). A mesma tarja utilizada na colonização da costa Oeste do país para encontrar pistoleiros ou ladrões de gado, de banco…
Ainda é quinta-feira. Dez da noite. O lado Leste dos EUA já se entregou ao sono. A sociedade estadunidense dorme cedo. Mantém até hoje hábitos rurais, com algumas exceções. Na Fox News, uma voz embargada de emoção anuncia que uma loja de conveniências foi assaltada. Eram os dois irmãos. Eles também fizeram um refém, o dono de uma Mercedes SUV (Sport Utility Vehicule), um jeep possante. O refém escapa enquanto os irmãos assaltam a loja. Nem o FBI, nem a CIA, nem a Polícia de Boston mostra a loja do assalto e muito menos o cidadão sequestrado.
A partir daí, a tarja “Wanted” pode ser substituída pela tarja “Fiction”. Ou, acredite, se quiser. Porque, nessa tragédia, com cinco mortos (os quatro pela bomba e um dos irmãos pela polícia) a verdade de substantivo abstrato, torna-se substantivo volátil.
10h30min da noite de quinta-feira, os dois irmãos, mesmo num carro possante, não tinham se afastado tanto do local do sequestro seguido de roubo. A Polícia cerca o carro. Uma câmera imóvel filma o tiroteio. O som dos tiros são nitidamente de armas do mesmo calibre. Mas a versão oficial informa que a polícia foi recebida com bombas, embora o vídeo de câmara parada não mostre nenhuma explosão.
O mais velho dos irmãos é preso (ou se entrega, ninguém sabe). E morre “a caminho do hospital”. Ou vocês pensavam que só bandido brasileiro morre a caminho do hospital depois de “intensa troca de tiros”?
O irmão caçula, ferido, consegue escapar. Deixa um rastro de sangue, mas a polícia não segue as pegadas frescas. Desloca-se para uma pacata cidadezinha, Watertown para vasculhar a casa onde, afirmam as autoridades, viviam os irmãos. A essa altura, o telespectador já sabe que eles são estrangeiros. Vieram da sofrida Chechênia, país localizado numa região onde a morte chega pelas mãos das tropas de ocupação do Afeganistão. Ou, pela arma mais abjeta criada pela indústria armamentista dos Estados Unidos, o drone.
Os repórteres, âncoras e comentaristas se entreolham decepcionados. Por que Chechênia? Afinal de contas, Chechênia, é um país invadido pela Rússia. Seus imigrantes têm direito ao status de “refugiados”. Ou seja, os dois estavam fugindo do antigo inimigo número um dos EUA, a poderosa União Soviética. Um fantasma que por mais de cinco décadas povoou os pesadelos dos americanos. Não fazia sentido, bradavam os analistas e especialistas em Segurança e Terrorismo.
Helicópteros, carros antibombas, agentes com colete do FBI, Polícia de Boston, sirenes incessantes. A casa é cercada. São 10h30 da manhã de 19 de abril. A caçada fora iniciada doze horas antes. O movimento é acompanhado por centenas de jornalistas e canais de TV. As ruas da cidade foram fechadas. Ninguém entra ou sai. Os vôos, cancelados. Boston e seus arredores transformam-se em cidades sitiadas. “Estou no meio da guerra” dizia ao microfone um repórter da Fox News num cenário onde não se via carros ou pessoas.
Pé ante pé, rodeados por câmeras de grandes e pequenos canais de TV, batalhões de policiais, agentes do FBI, especialistas em desarmar bombas, helicópteros de guerra sobrevoam a pacata Watertown.
A âncora da Fox News baixa o tom de voz dramaticamente para dizer, “o procurado é uma pessoa de extrema periculosidade”. Ela está rouca e muito excitada. A polícia, qual seriado de TV, põe a arma em diagonal (nunca entendi porque as armas ficam na diagonal da mão quando a polícia busca criminosos). Chegam à casa onde viveriam os dois irmãos. Não se ouve nada. Nenhum som.
Frustração. Os policiais abandonam o interior a busca. E saem declarando que havia um verdadeiro arsenal dentro da casa vazia. E muitas bombas, algumas delas de alto poder destrutivo e que “exigem treinamento para sua fabricação. Não há imagens do arsenal.
Só um protesto diante da cena. A tia dos dois irmãos é advogada. Sem papas na língua. E vive no Canadá. Quando uma jornalista lhe pergunta o que acha do fato de seus sobrinhos terem bomba em casa, ela, voz firme, com forte sotaque do Leste europeu: “Evidências. Quero evidências de que havia bombas. Quem está informando sobre as bombas é o FBI e a CIA. Mas não há evidências”. E até agora as evidências continuam no anonimato.
Ninguém contesta a informação. Ninguém se pergunta por que os dois irmãos, “pessoas de extrema periculosidade” deixaram em casa bombas potentes e usaram uma outra de baixo impacto.
“Necessidade de treinamento para a fabricação”. A frase, parece solta ao acaso. Mas não se iludam. É o primeiro passo, o primeiro elo com o “terrorismo” (leia-se “terrorismo islâmico”).
14h30min de 19 de abril. A caçada continua sem pistas da pessoa de “extrema periculosidade”. A essa altura, na cozinha da Fox News, a panela de pressão assovia. Na tela o sinal de “Alert”, ou seja, vem notícia bombástica (sem trocadilhos).
E, para um público que, passivamente se deixa impregnar pelo noticiário como se fossem gansos alimentados para que seus fígados engordem e se transformem em paté de “foie gras”, a voz que alicia multidões diz que…tchan…tchan…tchan, o mais velho dos irmãos passou “seis meses na Chechênia.
Que absurdo! Como é que um checheno tem a ousadia de passar seis meses na Chechênia, mesmo morando no país mais rico e poderoso do planeta? Isso é crime. É sinal explícito de militância terrorista.
Mas ainda não era tudo. Os ponteiros do relógio avançavam. A caçada ia a passos de um velho celacanto. Nessa época do ano, o dia invade a noite. Só se deixa vencer quando não mais consegue provar o poder do sol.
As tropas tomam outra direção. Agora procuram um barco ancorado na terra. Lá está um adolescente. Ferido. Sangrando.
São 19h30 em Boston e seus arredores. A claridade é suficiente para encontrar filhotes de esquilo em mata fechada. Os helicópteros continuam vasculhando céu, terra. As tropas do país mais armado do mundo parecem perdidas. O bombardeio da Foz News sobre os gansos repete exaustivamente as mesmas informações. Em tons de filme macabro ou novela policial, os âncoras se revezam em adjetivos. Os gansos estão quase a ponto de virar patê de foie gras, explodindo de ódio contra os seguidores do Alcorão.
A luminosidade cede lugar às primeiras escuridões. A Fox News, num tom solene anuncia que o aparato policial “avança com cautela” porque quer pegar o irmão sobrevivente “vivo”. Como se fosse uma grande concessão.
21 horas. Já é noite de 19 de abril em Boston, em Watertown, Miami, New York e Washington. Em Chicago ainda há luz. A escuridão impede imagens nítidas mesmo para câmeras poderosas. E… “cantemos ao senhor”, a pessoa de “extrema periculosidade” é capturada. Está ferida. Perdeu muito sangue por quase 24 horas. Debruçados sobre um corpo magro, os paramédicos impedem telespectadores de olhar a cara do “terrorista” que é levado para o hospital. Os helicópteros com luzes infravermelho retornam à base.
Cai a cortina. E, como em qualquer espetáculo teatral, o público aplaude os atores. Eles desfilam em seus carros com luzes que piscam vermelhas e azuis, os tanques antibombas passam sob um frenesi de uma sociedade que, desde 11 de setembro de 2001 vive a frustração por não ter conseguido caçar os terroristas que abalaram o orgulho nacional.
O espetáculo que se encerra com os habitantes de toda uma cidade carregando flores ou velas protegidas por saco de papel cantando “God save America. My home, sweet home/ God save America/ my home sweet home, numa verdadeira catarse nacional.
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do
http://www.citador.pt/textos/tu-es-uma-mulher-rara-fiodor-dostoievski


Pensamento

Fiodor Dostoievski
Russia
1821 // 1881Escritor
Tu És uma Mulher RaraMinha Anuska, onde foste buscar a ideia de que és uma mulher como outra qualquer? Tu és uma mulher rara, e, além do mais, a melhor de todas as mulheres. Tu própria não sonhas as qualidades que tens. Não só diriges a casa e as minhas coisas, como a nós todos, caprichosos e enervantes, a começar por mim e a acabar no Aléxis. Nos meus trabalhos desces ao mais pequeno pormenor, não dormes o suficiente, ocupada com a venda dos meus livros e com a administração do jornal. Contudo, conseguimos apenas economizar alguns copeques - quanto aos rublos, onde estão eles?

Mas a teu lado nada disso tem importância. Devias ser coroada rainha, e teres um reino para governar: juro-te que o farias melhor que ninguém. Não te falta inteligência, bom senso, sentido da ordem e, até... coração. Perguntas como posso eu amar uma mulher tão velha e feia como tu Aí, sim, mentes. Para mim és um encanto, não tens igual, e qualquer homem de sentimentos e bom gosto to dirá, se atentar em ti. Por isso é que às vezes sinto ciúmes. Tu própria nem sabes a maravilha que são os teus olhos, o sorriso e a animação que pões na conversa. O mal é saíres poucas vezes, se não ficarias admirada com o teu êxito. Para mim é melhor assim - no entanto, Anuska, minha rainha, sacrificaria tudo, até os meus ataques de ciúmes, se quisesses sair e distraíres-te. Sim, muito gostaria que te divertisses. E se tivesse ciúmes, vingava-me querendo-te ainda mais.

(...) Enfim, não deves admirar-te que te queira tanto, como marido e como homem. Sim, quem, se não tu, me estraga com mimos? Quem, se não tu, se fundiu comigo em corpo e alma? Todos os segredos, nesse ponto nos são comuns! E não havia eu de adorar cada átomo da tua pessoa e beijar-te como te beijo? Tu não podes compreender a mulher-anjo que és.
Mas eu provo-to, quando voltar. Que eu sou de temperamento apaixonado, mas pensas que outro temperamento apaixonado possa amar a tal ponto uma mulher como eu to provei milhares de vezes? É verdade que essas provas antigas não contam, e agora, quando voltar, parece-me que te devorarei com beijos. (Ninguém lerá esta carta, nem tu a mostrarás a ninguém).

(...) Escreves-me a frase do costume: que somos umas pessoas muito estranhas - decorreram dez anos e amamo-nos cada vez mais. Se vivermos ainda mais dez anos, dirás então: somos umas pessoas muito estranhas - vivemos juntos vinte anos e amamo-nos cada vez mais. Por mim, respondo eu. Mas viverei ainda dez anos?

(...) Anuska, estou a teus pés. Beijo-te e adoro-te. Rezo por ti e para ti. Beijo-te toda, toda. Beijo os pequenos. Diz-lhes que o paizinho não tarda. Ah, meus queridos, que Deus vos guarde.


Fiodor Dostoievski, in 'Carta a Anna Grigórievna Snítkina (1876)'

segunda-feira, 1 de abril de 2013



Fóda...


   
"Frase Seleta"

quarta-feira, 6 de março de 2013


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No Citador

http://www.citador.pt/textos/a-virtude-pura-nao-existe-nos-dias-de-hoje-michel-eyquem-de-montaigne

"A Virtude Pura não Existe nos Dias de Hoje Numa época tão doente como esta, quem se ufana de aplicar ao serviço da sociedade uma virtude genuína e pura, ou não sabe o que ela é, já que as opiniões se corrompem com os costumes (de facto, ouvi-os retratarem-na, ouvi a maior parte glorificar-se do seu comportamento e formular as suas regras: em vez de retratarem a virtude, retratam a pura injustiça e o vício, e apresentam-na assim falsificada para educação dos príncipes), ou, se o sabe, ufana-se erradamente e, diga o que disser, faz mil coisas que a sua consciência reprova.


(...) Em tal aperto, a mais honrosa marca de bondade consiste em reconhecer o erro próprio e o alheio, empregar todas as forças a resistir e a obstar à inclinação para o mal, seguir contra a corrente dessa tendência, esperar e desejar que as coisas melhorem."

"Michel de Montaigne, in 'Ensaios - Da Vaidade'"
Michel de Montaigne
Michel Eyquem de Montaigne Ensaísta-escritor França 1533-1592